Os impactos decorrentes da busca por produtividade e da crescente competitividade estimularam as empresas a se modificarem estruturalmente. Nesse contexto, as empresas iniciaram um processo de reestruturação produtiva, buscando:


flexibilização da produção
produtividade
competitividade.


As organizações procuraram adequar o processo produtivo, tentando tornar compatíveis as novas exigências de consumo diferenciado e a individualização crescente das demandas, à necessidade de economia de escala na produção. A reestruturação produtiva representou uma busca por maior racionalização técnica e organizacional, com consequente modernização dos parques produtivos, por meio da automação e robotização, flexibilização empresarial, mediante adoção de novos modelos organizacionais.

Na busca por redução de custos, também um requisito para a competitividade, etapas intermediárias dos processos de produção e indústrias que utilizam mão de obra intensiva foram deslocadas para países periféricos, eliminando postos de trabalho, nos países desenvolvidos e provocando uma divisão internacional do trabalho.



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