Nessas novas condições, as empresas encontram-se diante de inúmeros desafios. Para garantir sua capacidade de competir e sobreviver no mercado com exigências internacionais, constantemente, procuram inovar em tecnologia ou em novos modelos de gestão, proporcionando, assim, maior integração com seus clientes, fornecedores, funcionários e acionistas. Tal processo visa o desenvolvimento e o aperfeiçoamento das pessoas.

A internacionalização afetou o aspecto da cultura organizacional, incorporando as diversidades étnicas e culturais no ambiente de negócios e do trabalho. A comunidade passou a ter papel importante para as atividades da empresa. Assim, as questões sociais e ambientais têm o poder decisivo na definição das estratégias empresariais. Alguns autores (RAMOS, 1981), que procuram as novas direções no desenvolvimento organizacional, atribuem o aspecto moral, além do técnico, ao processo de produção. Dessa maneira, o trabalho é considerado não apenas como uma atividade metamórfica, mas também como processo criativo, que proporciona contribuições em termos de educação e de satisfação para o trabalhador. Então como as empresas são modificadas e se modificam para navegar num ambiente tão mutável e multidimensional?



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