| AKTOUF
(1994) aponta que fica claro que a Gestão de Pessoas não deve
contribuir para aprofundar o fosso entre dirigentes e dirigidos, tratando
o empregado como input e, ao mesmo tempo, dispondo de mão de obra,
entusiasta e pronta a mobilizar-se para ultrapassar metas. Por outro lado,
Aktouf desconsidera o fato de que a economia capitalista gera uma sociedade
hierarquizada e que a desigualdade está presente de forma intrínseca.
Pode ser talvez minimizada, reduzida, mas não eliminada.
No cenário futurístico do novo modelo de
organização virtual, entra em xeque a própria gestão
de pessoal, vista como detentora de papel estratégico na construção
de universo simbólico que visa aproximar e |
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