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Solução 1 a)
Retorno médio observado (dado histórico). Onde: Qual deve ser a preocupação diante de um retorno médio? Devemos nos preocupar com a consistência do retorno médio. É fácil ou não alcançar os 13% no caso da Ação A e os 15% no caso da Ação B? Quanto mais próximo do retorno médio estiverem os retornos observados que lhe deram origem, menor será a dispersão em torno do retorno médio e menor será o risco do ativo. Quanto mais dispersos do retorno médio estiverem os retornos observados que lhe deram origem, maior será o risco, pois, mais difícil será o alcance daquele retorno médio observado. Para sabermos a dispersão em torno do retorno médio, a estatística nos fornece estatísticas medidoras de risco. b)
Variância dos retornos observados: Onde: Variância dos
retornos observados da Ação A: Variância dos
retornos observados da Ação B: Percebemos que, no cálculo de cada uma das dispersões, a diferença está ao quadrado, portanto, não há como encontrarmos valores negativos no cálculo da variância. Por serem quadráticos, é difícil a interpretação da variância em relação ao retorno médio observado, já que este não está na mesma base da variância. Com base na variância, percebemos que o ativo mais arriscado é a Ação B, porque apresenta a maior variância. c)
Desvio-padrão dos retornos observados: Em relação à fórmula da variância, a diferença está na raiz quadrada. Portanto, o desvio-padrão dos retornos esperados é igual à raiz quadrada da variância, assim como a variância é igual ao desvio-padrão ao quadrado. Desvio-padrão
dos retornos observados da Ação A Desvio-padrão
dos retornos observados da Ação B: O desvio-padrão é a medida de quanto um retorno observado se desvia do retorno médio observado. Quanto mais espalhados estiverem os retornos observados, maior será o desvio-padrão, maior será a dispersão dos retornos, mais o retorno verdadeiro tende a ser diferente do retorno médio. Neste exemplo, o ativo mais arriscado com base no desvio-padrão é o Ativo B, que apresenta o maior desvio-padrão. d)
Coeficiente de variação
CVA = 17,89/13 Percebemos que a Ação B é: 1,45/1,38 = 1,05 vez mais arriscada do que a Ação A, com base no coeficiente de variação. O coeficiente de variação mostra o risco por unidade de retorno e oferece uma base mais confiável para comparação, quando os retornos esperados nas duas alternativas não são iguais. e) Percebemos que a Ação B é mais arriscada do que a Ação A porque apresenta a maior variância entre os retornos observados, o maior desvio-padrão entre os retornos observados e o maior coeficiente de variação, como predomina a aversão ao risco, a escolha do ativo dependerá do grau de aversão ao risco do administrador financeiro da Empresa JJ. Supondo que o administrador financeiro tenha uma maior aversão ao risco, ele escolherá a Ação A para aplicar os $100,00, por ser o ativo menos arriscado: apresenta o menor risco e o menor retorno médio observado. Supondo que o administrador financeiro tenha uma menor aversão ao risco, ele escolherá a Ação B para aplicar os $100,00, por ser o ativo mais arriscado e apresentar retorno médio observado maior. |
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