| O estopim
desse embate ocorreu quando a Intelig, numa sexta-feira (27 de julho de
2001), anunciou a sua promoção, cuja validade era de cinco
semanas, em que a ligação para os EUA pelo 23 (código
da espelho) saía a R$ 0,09 o minuto. Em resposta rápida à ação da rival, a Embratel, na segunda-feira seguinte (30 de julho de 2001), revidou com a promoção de R$ 0,07 o minuto para os EUA e também para o Canadá, a princípio com duração de dez dias. Sem indício algum de trégua, no dia seguinte (31 de julho), a Intelig contra-atacou, reduzindo ainda mais o minuto: R$ 0,06. Como se a brusca redução nos preços das ligações internacionais não bastasse, na mesma semana as duas voltaram a se confrontar: a espelho ampliou a promoção para a Inglaterra e a concessionária, por sua vez, estendeu o período da promoção até a mesma data da concorrente (2 de setembro) para os EUA e até o dia 6 para o Canadá. O novo Day After, assim chamado o dia seguinte ao fim da promoção, foi marcado pela volta dos preços, mas com uma ressalva: não ao mesmo patamar cobrado em julho. A nova tabela da Intelig reduziu para R$ 0,69 o minuto dos EUA; para Portugal, França ou Alemanha, passou para R$ 1,39 em relação aos R$ 1,50 antes taxado e para o Japão, a queda foi de 12% ao ficar em R$ 1,59 o minuto. Já a redução da Embratel valia só para quem havia se inscrito nos planos alternativos, cujos descontam variam de 3% a 5%. Outra ação de caráter ofensivo e que, de certa forma, reacendeu a disputa na telefonia internacional, foi protagonizada pela Intelig através da promoção “O mundo inteiro por menos de 1 real” iniciada dois dias após a última redução. A companhia cobraria, até 11 de novembro de 2001, R$ 0,64 o minuto da ligação para os EUA e Canadá; R$ 0,89 para a Europa, Mercosul e Japão; e R$ 0,99 para os demais países. |
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