6 - Destruição criativa e inovação

Alguns teóricos de administração, seguindo o economista Joseph Schumpeter, nos motram a evolução como um processo de destruição criativa. A tendência das inovações é substituir inovações anteriores.

Este padrão mostra que as inovações criam as bases para sua própria destruição, porque quando a organização progride em relação a um de seus produtos e/ou serviços começa a definir a fronteira da nova competição. E esse é um pensamento dialético!

Para sustentar uma vantagem competitiva, a organização deve conscientizar-se de que seus sucessos serão seus pontos fracos e se preparar para inovar de modo a minar o sucesso atual e abrir espaço para que outras inovações possam surgir.

Entretanto, a destruição criativa é uma conseqüência. Se usarmos a destruição criativa como um objetivo para alcançar inovação, colocaremos em risco o processo de evolução.



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