Resumo

O fluxo de caixa deve atender às reais necessidades da empresa. As informações para a confecção do fluxo devem fluir com rapidez.

Considerando-se que do lado das saídas de caixa, o problema maior está na sonegação das informações, por sua vez, do lado das entradas de caixa, o grande desafio será o desenvolvimento de técnicas para o perfeito conhecimento dos clientes, em termos de capacidade de liquidez.

No fluxo de caixa, os valores são lançados de acordo com os dias úteis bancários. O ideal é que cada lançamento seja acompanhado pelo seu histórico.

O fluxo de caixa deverá refletir o grau de complexidade da empresa, tanto em termos de volume de negócios, quanto em termos de sofisticação das operações no mercado.

O emprego de linhas de crédito de curto prazo deve obedecer ao comportamento do fluxo de caixa. O melhor medidor, em termos de tempo, para as linhas de curto prazo é o ciclo operacional.

Em empresas em que o fluxo de caixa costuma se apresentar ora com sobra ora com falta de dinheiro, a proteção da empresa está numa boa estrutura de crédito junto aos bancos. Saber administrar sobras de caixa e déficits de caixa está entre as funções de um financeiro. As sobras de caixa exigem, no Brasil, sólidos conhecimentos não apenas sobre produtos bancários, mas, também, sobre legislação fiscal.

A utilização de linhas de crédito exige do administrador financeiro um perfeito conhecimento das reais necessidades de caixa da empresa. No curto prazo, o instrumento gerencial mais indicado para a solicitação de linhas de crédito, sem sombra de dúvida, é o fluxo de caixa.



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