| Unidade 2 | Módulo 1 | Tela 1 |
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1 - Segmentação Com a revolução industrial iniciou-se uma nova fase de comércio e consumo de massa. Porém, vivemos um longo período no início do Século XX em que havia muita procura por produtos e concorrência restrita, o que deu origem ao marketing de massa. Nickels e Wood definem o marketing de massa como “o processo de usar uma estratégia padrão para vender produtos padronizados e fabricados em massa para todos os consumidores no mercado”. Assim, a empresa se dedica à produção, distribuição e promoção em massa de um produto para todos os consumidores. |
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Porém, o cenário mudou. A crescente competição entre as empresas deixou claro que é preciso se especializar para atender bem, o que fez surgir o marketing segmentado, pois é difícil um único produto conseguir satisfazer a todos os clientes em um mercado. A base da estratégia da segmentação está então nas diferenças que existem entre as pessoas e as suas necessidades. Ou seja, o foco de atuação das empresas deve estar no consumidor e em buscar atender às suas diferentes demandas. Assim, a segmentação é uma abordagem que fica entre o marketing de massa e o marketing um-a-um (ou marketing individualizado). A idéia básica da segmentação é de dividir os consumidores em grupos que tenham características de consumo que sejam semelhantes. |
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Kotler descreve um segmento de mercado como “um grande grupo que é identificado a partir de suas preferências, poder de compra, localização geográfica, atitudes de compra e hábitos de compra similares”. Já os autores Pride e Ferrell (2001, p. 129) ”um segmento de mercado consiste em indivíduos, grupos ou organizações com uma ou mais características semelhantes que os levam a ter necessidades de produtos relativamente parecidas”. Em uma e em outra definição fica claro que estamos falando em uma classificação de grupos de consumo que têm semelhanças em suas demandas. Assim, a idéia central da segmentação é tentar compreender como se dá o comportamento de consumo e como se distribui o mercado em um determinado setor e, a partir disso, dividir esse mercado em segmentos. O passo seguinte, analisando todos os segmentos desse mercado, é definir quais os segmentos serão atendidos pelos produtos e serviços da empresa. Porém, é preciso escolher segmentos que a empresa possa realmente atender satisfatoriamente. As características essenciais de um bom segmento são: acessibilidade , mensurabilidade e relevância. A Figura 1 mostra que um bom segmento precisa estar sustentado por este tripé.
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Mas, além de considerar os aspectos de acessibilidade, mensurabilidade e relevância, é preciso conhecer a fundo os segmentos e dividi-los de acordo com suas características essenciais. Para facilitar esse processo, foi listada uma série de variáveis que podem influenciar a decisão de consumo, as quais foram agrupadas em quatro tipos de segmentação: geográfica, demográfica, psicográfica e comportamental, como mostra a Figura 2.
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A segmentação geográfica divide o mercado com base em localidades. Essa segmentação é útil para reconhecer as tendências gerais de compra de uma determinada região. Também é necessária porque são poucas as empresas que conseguem atender ao mercado global. Pode-se considerar nessa divisão por localidades não só a localização geográfica como também a densidade populacional e o clima. Quando se define um mercado geograficamente mais amplo, é importante levar em consideração as diferenças entre os costumes das regiões e, mais ainda, se a decisão for de atender a mais de um país. Nesse último caso será importante conhecer também a legislação dos países que se prentede atender. |
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A segmentação demográfica costuma ser bastante utilizada na prática e baseia-se em variáveis: ocorre de acordo com variáveis como gênero, idade, renda, ocupação, educação, tamanho da família e estagio de ciclo de vida da família. Esta segmentação pode ser conhecida também como sócio-econômica. São variáveis de segmentação demográfica: o gênero (sexo masculino ou feminino), a idade, o estágio de ciclo de vida da família , o grau de escolaridade, a formação profissional, a renda, a classe social, a religião, a raça, a ocupação, a nacionalidade etc. Mas há outros aspectos importantes no processo de consumo que não estão contemplados nas segmentações demográficas e geográficas: o estilo de vida de cada um, as necessidades e os desejos das pessoas. Assim, é preciso considerar também a segmentação psicográfica e a comportamental. |
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A segmentação psicográfica envolve a medição de estilos de vida dos consumidores, ou seja, a maneira como as pessoas conduzem sua vida, incluindo suas atividades interesses e opiniões. Os indicadores do estilo de vida são as Atividades, Interesses e Opiniões (A-I-O). As atividades e interesses envolvem os aspectos relacionados a lazer, vida cotidiana e trabalho. O indicador opiniões revela um sistema de crenças e valores da pessoa em face dela mesma e em seus relacionamentos. |
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Finalmente,
na segmentação comportamental, os compradores são
divididos em grupos de acordo com seus comportamentos de compra que
envolvem o conhecimento de um produto e suas atitudes com relação
a ele, no uso dele ou em resposta a ele. Kotler defende que as variáveis
comportamentais são os melhores pontos de partida para se construir
segmentos de mercado. As principais variáveis comportamentais
são: ocasião
, benefícios
, status
do usuário ,índice
de utilização , status
de fidelidade e atitude
em relação ao produto.
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2 - Diferenciação A idéia da segmentação baseia-se, portanto, na divisão do mercado para que seus diferentes segmentos possam ser atendidos de forma diferenciada. Ou seja, nem todos querem a mesma coisa, portanto, é preciso que os players de mercado apresentem produtos, serviços e propostas de atuação diferenciados, cada um buscando atender ao máximo às demandas de seu segmento-alvo. Porém, como bem salienta Michael Porter, a disputa está cada vez mais voraz, resultando em maior atratividade da arena, isto é, os concorrentes são a cada dia mais atraídos para a arena da disputa pelo consumidor. Essa atratividade cada vez maior da arena, leva acriações sucessivas de vantagens competitivas que vão sendo criadas e rapidamente copiadas, deixando portanto de ser um diferencial e ocasionando a chamada “erosão da vantagem competitiva” descrita por Porter. |
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Em síntese, a partir da definição da segmentação, uma empresa realiza suas pesquisas para conhecer a demanda de seus clientes em potencial e estabelece algumas vantagens e/ou benefícios como diferenciais. Porém, o que é um diferencial hoje pode não mais ser amanhã se os demais concorrentes resolverem apresentar para os clientes o mesmo tipo de benefício ou vantagem. Ou seja, o diferencial pode ser algo bastante volátil, como mostra o ciclo da Figura 4, indicando que a empresa sempre precisa realizar novas pesquisas com seus consumidores e criar novos diferencias, mesmo sabendo que eles poderão ser copiados pela concorrência.
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Mas o fato é que, sem um diferencial, torna-se praticamente impossível conseguir a atenção dos consumidores. O diferencial é decorrência da segmentação e ao mesmo tempo, costuma levar a novas segmentações, num processo de segmentar, diferenciar, segmentar novamente, diferenciar novamente e assim por diante. Levada ao extremo, a segmentação conduz ao marketing customizado ou marketing um-a-um (one-to-one), tratando os clientes individualmente. O marketing um-a-um não é novidade. No passado, ele costumava ser aplicado em pequenos estabelecimentos, mesmo que sem o nome de “marketing”. Os comerciantes conheciam seus clientes pelo nome e sabiam o que gostavam e compravam. Ao entrar numa mercearia, um cliente era cumprimentado pelo nome, o atendente, muitas vezes o dono do estabelecimento, oferecia-lhe as compras habituais e sugeria-lhe novos produtos que estivessem de acordo com seus gostos ou, até mesmo, de seus familiares. Esse marketing um-a-um permite a fidelização dos clientes. Eles preferem voltar para um local, onde são conhecidos e bem tratados. Porém, a capacidade produtiva crescente provocou a busca por mais clientes e, conseqüentemente, por maiores fatias de mercado. A partir de então, passaram a ser desenvolvidas tanto pesquisas de mercado, com o objetivo de descobrir o que os consumidores de um determinado segmento preferiam, como estatísticas, que permitiam predizer tendências e padrões de compras. Dessa forma, viveu-se uma época de marketing de massa. |
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Tela 12 |
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Porém, a alta competitividade entre as empresas tornou o marketing de massa perigoso, pois as empresas deixavam de atender às demandas específicas de seus clientes. Em função disso, as empresas voltaram a segmentar, buscar conhecer seus clientes potenciais e apresentar diferenciais competitivos que satisfizesse a esses clientes. Mas como esses diferenciais não são perenes, as empresas perceberam que teriam que investir em um marketing que fosse quase individualizado e que conduzisse à fidelização dos clientes. Mas, mais que isso, elas perceberam que seria necessário que os clientes a percebessem de uma forma distinta da forma como percebem os outros players de mercado, surgindo, então, a idéia do conceito de Posicionamento. Basicamente, existem três maneiras de uma empresa fornecer mais valor que suas concorrentes: a) cobrando um preço menor; b) ajudando o cliente a reduzir seus custos; e, c) acrescentando benefícios que tornem o produto mais atraente. As empresas devem auxiliar seus clientes a obter o máximo valor de uso de seus produtos e procuram entender os negócios dos clientes. |
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A diferenciação de um produto no mercado pode estar baseada em vários fatores: tecnologia, preço, aplicação, qualidade, serviço, canais de distribuição, público-alvo, clientes específicos e alianças. Michel Porter enfatiza alguns conselhos fundamentais para as empresas que buscam um diferencial no mercado e, portanto, procuram destaque não como maiores, mas sim como as melhores em seu ramo de atividade. Segundo esse autor, a vantagem competitiva surge do valor que uma empresa consegue criar para seus compradores e que ultrapassa o custo de fabricação pela empresa. O valor é aquilo que os compradores estão dispostos a pagar. Uma empresa ganha vantagem competitiva executando suas atividades estrategicamente de forma mais barata ou melhor que a concorrência. E, para diagnosticar a vantagem competitiva, Michel Porter criou o conceito de cadeia de valores (reunião de todas as atividades – principais e de apoio – executadas por uma empresa de forma integrada). Mas, como obter vantagem competitiva? Porter responde que, na era da concorrência total, existem duas maneiras básicas para se obter vantagem competitiva: os custos baixos e a diferenciação. |
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3 - Posicionamento Posicionamento é o pensamento organizacional central. Por meio dele se comunica ao mercado os diferenciais do produto e ao seu redor é construída a personalidade da marca. Ou seja, o posicionamento não só coloca uma marca num padrão de referência competitivo, mas também registra suas vantagens/benefícios como diferencial competitivo. Segundo Al Ries e Jack Trout, o posicionamento começa com um produto. Uma mercadoria, um serviço, uma empresa, uma instituição ou até mesmo uma pessoa... mas posicionamento não é o que você faz com o produto. O posicionamento é o que você faz com a mente do cliente potencial. Ou seja, você posiciona o produto na mente do cliente. |
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Ries e Trout afirmam que produtos conhecidos geralmente possuem uma posição destacada na mente dos consumidores. Por exemplo, a Hertz é conhecida como a maior empresa de aluguel de carros do mundo. A Coca-Cola, como a maior empresa de refrigerantes. Seria difícil para um concorrente modificar as posições dessas marcas, mas eles apresentam algumas estratégias alternativas para os concorrentes. O quadro 1 apresenta posições que poderiam ser adotadas por marcas concorrentes.
Quadro 1: Estratégias alternativas para serem
adotadas por marcas concorrentes
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Cada empresa deve decidir quantas diferenças (benefícios, características) deve promover para seus consumidores-alvo. Muitos profissionais de marketing defendem a promoção de apenas um benefício central. Por exemplo, o creme dental Crest promove sistematicamente sua proteção anti-cárie, enquanto a Mercedes promove sua grande engenharia. Ries e Trout são a favor de uma mensagem de posicionamento sistemática. Para eles, cada marca deveria selecionar um atributo e tentar ser a ‘número um’ nesse atributo, pois os consumidores não conseguem memorizar muitas coisas sobre uma mesma marca, daí a necessidade de concentrar a divulgação em uma idéia central única. Os posicionamentos “número um” apresentam diferentes posições, por exemplo:
Quadro 2: Posições possíveis para empresas que buscam posicionamento “número um” |
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Tela 17 |
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Se uma empresa trabalhar com afinco em um desses posicionamentos e conseguir entregá-lo ao cliente, ela provavelmente será mais conhecida e mais lembrada por esse ponto forte. Os quatro principais erros de posicionamento que devem ser evitados são mostrados no Quadro 3.
Quadro 3: Principais erros de posicionamento |
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Tela 18 |
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Solucionar o problema do posicionamento permite à empresa definir as estratégias do mix de marketing. Por exemplo, a ‘posição de alta qualidade’ exige que a empresa fabrique produtos de alta qualidade, cobre um preço maior por eles, distribua-os por meio de revendedores de alto nível e divulgue-os em revistas de qualidade. A Figura 5 mostra que o Mix de Marketing precisa ser pensado de acordo com a estratégia de Posicionamento.
De maneira resumida, pode-se dizer que posicionamento é o ato de desenvolver a oferta e a imagem da empresa para ocupar um lugar destacado na mente dos clientes-alvo. O resultado final do posicionamento bem-sucedido é a divulgação para os consumidores de uma proposta de valor distinguida no mercado. |
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Tela 19 |
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Resumo A crescente
competição entre as empresas deixa claro que é
preciso se especializar para atender bem, o que fez surgir o marketing
segmentado. A base da estratégia da segmentação
está nas diferenças que existem entre as pessoas e as
suas necessidades. Kotler descreve um segmento de mercado como “um
grande grupo que é identificado a partir de suas preferências,
poder de compra, localização geográfica, atitudes
de compra e hábitos de compra similares”. Para facilitar esse processo, foi listada uma série de variáveis que podem influenciar a decisão de consumo, as quais foram agrupadas em quatro tipos de segmentação: geográfica, demográfica, psicográfica e comportamental. |
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Tela 20 |
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A partir da definição da segmentação, uma empresa realiza suas pesquisas para conhecer a demanda de seus clientes em potencial e estabelece algumas vantagens e/ou benefícios como diferenciais. Porém, o que é um diferencial hoje pode não mais ser amanhã se os demais concorrentes resolverem apresentar para os clientes o mesmo tipo de benefício ou vantagem. Mas o fato é que, sem um diferencial, torna-se praticamente impossível conseguir a atenção dos consumidores. O diferencial é decorrência da segmentação e ao mesmo tempo, costuma levar a novas segmentações, num processo de segmentar, diferenciar, segmentar novamente, diferenciar novamente e assim por diante. Basicamente, existem três maneiras de uma empresa fornecer mais valor que suas concorrentes: a) cobrando um preço menor; b) ajudando o cliente a reduzir seus custos; e, c) acrescentando benefícios que tornem o produto mais atraente. A diferenciação de um produto no mercado pode estar baseada em vários fatores: tecnologia, preço, aplicação, qualidade, serviço, canais de distribuição, público-alvo, clientes específicos e alianças. |
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Tela 21 |
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Posicionamento é o pensamento organizacional central. Por meio dele se comunica ao mercado os diferenciais do produto e ao seu redor é construída a personalidade da marca. O posicionamento não só coloca uma marca num padrão de referência competitivo, mas também registra suas vantagens/benefícios como diferencial competitivo. Segundo Al Ries e Jack Trout, o posicionamento começa com um produto. Uma mercadoria, um serviço, uma empresa, uma instituição ou até mesmo uma pessoa... mas posicionamento não é o que você faz com o produto. O posicionamento é o que você faz com a mente do cliente potencial. Ou seja, você posiciona o produto na mente do cliente. Muitos profissionais de marketing defendem a promoção de apenas um benefício central como estratégia de posicionamento. Para eles, cada marca deveria selecionar um atributo e tentar ser a ‘número um’ nesse atributo, pois os consumidores não conseguem memorizar muitas coisas sobre uma mesma marca. Os quatro principais erros de posicionamento que devem ser evitados são sub-posicionamento, superposicionamento, posicionamento confuso e posicionamento duvidoso. Solucionar o problema do posicionamento permite à empresa definir as estratégias do mix de marketing com base na estratégia de Posicionamento. |
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| Unidade 2 | Módulo 2 | Tela 22 |
1
- Mix de Marketing |
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Tela 23 |
Para o Kotler “mix de marketing (ou composto de marketing) é o conjunto de ferramentas de marketing que a empresa utiliza para perseguir seus objetivos de marketing no mercado-alvo”. A Figura 1 mostra os componentes de cada um dos 4 Ps e que serão abordados detalhadamente nos próximos tópicos.
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Tela 24 |
2
- Estratégia de Produto
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Tela 25 |
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De
acordo com a durabilidade ou tangibilidade os produtos podem ser classificados
em três grupos: bens
não duráveis, bens
duráveis , e serviços
.
Quadro 1: Decisões importantes sobre marcas de produtos Como será detalhado em módulos posteriores, o desenvolvimento de um produto demanda a pesquisa de necessidades do cliente e uma série de etapas para que possa ser lançado no mercado. |
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Tela 26 |
3
- Estratégia de Preço |
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Tela 27 |
Os
preços estabelecidos precisam ser, portanto, lucrativos e considerados
justificáveis pelo consumidor, sendo que a competitividade é
um dos fatores que mais influencia a estratégia de preço.
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Tela 28 |
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Normalmente, as políticas e as estratégias de preços são estabelecidas, ou modificadas, para ajudar a atingir um ou mais dos seguintes objetivos:
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Tela 29 |
Algumas estratégias de preço comumente utilizadas são mostradas no Quadro 2.
Quadro 2: Decisões importantes sobre marcas de produtos |
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Tela 30 |
Uma outra decisão a ser tomada relativamente ao preço refere-se ao preço de lançamento de novos produtos. Nesses casos, há duas estratégias possíveis: a estratégia de preço por desnatação (significa cobrar um preço alto inicialmente, em geral com distribuição seletiva, e ir abaixando este preço para atingir outras camadas do público-alvo) e a estratégia de preço por penetração (significa preço baixo e distribuição intensiva para conquistar o maior número de clientes potenciais possível). A estratégia de penetração é a mais indicada quando há a possibilidade de a concorrência oferecer o mesmo tipo de produto brevemente no mercado, pois, neste caso, o mercado estará mais “protegido”. |
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Tela 31 |
Finalmente, um aspecto muito importante relativamente ao preço é o equilíbrio necessário entre Preço e Qualidade. A seguir é apresentada uma matriz (Figura 3) que mostra como são classificadas as estratégias conjugadas de Preço e Qualidade, considerando as opções “Alto”, “Médio” e “Baixo” para cada uma delas.
Figura 3: Classificação das estratégias conjugadas de Preço e Qualidade |
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Tela 32 |
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Não há dúvida que a oferta de diferentes níveis preço-qualidade de produto permite atender melhor aos vários segmentos de demanda e possibilita capitalizar as relações que o cliente estabelece entre produtos de níveis diferentes. Nesse sentido é que se pode falar nas técnicas de trading-up e tranding-down. Embora essas duas estratégias possam ser muito eficientes, elas só devem ser utilizadas após profundo exame dos resultados que se pode esperar em termos de reação do consumidor e do volume de vendas para a linha já existente e para a linha que se pretende introduzir. |
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4
- Estratégia de Praça |
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Tela 34 |
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Um
canal convencional de distribuição consiste em um ou mais
fabricantes, atacadistas
e varejistas
() independentes. Cada um se constitui em um negócio separado.
Quadro 3: Classificações dos tipos de varejo |
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Tela 35 |
Os
atacadistas têm grande importância para os fabricantes, pois:
compram em grande quantidade; são escoadores de produção
e estoques excessivos; suprem o fabricante de importantes informações,
assumem o risco de crédito e ajudam a espalhar as mais diferentes
mercadorias pelo país. |
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Tela 36 |
Cada atacadista ou varejista constitui um canal do sistema de distribuição. O número de canais (ou intermediários) a ser utilizado é uma decisão que deve ser tomada quando se estabelece a Estratégia de Praça. Uma distribuição com canal de nível zero significa a venda direta do produtor ao consumidor. A distribuição de canal de nível um significa a presença de um intermediário – em geral um varejista. Finalmente, a distribuição de canal de nível dois compreende dois intermediários sendo o mais comum ter um atacadista e um varejista entre o produtor e o consumidor, como mostra a Figura 4.
Figura 4: Diferentes estratégias de definição de canais de distribuição |
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A definição de quantos canais devem ser usados é influenciada pelo grau de exposição de mercado procurado pela empresa. Três graus de exposição de mercado podem ser adotados. São eles: |
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Tela 38 |
O sucesso de todo o sistema de marketing depende de quão bem os membros interagem para realizar o trabalho. Muitas empresas utilizam o sistema vertical de marketing para realçar a cooperação. Nesses arranjos, o produtor, o atacadista e o varejista se comportam como um sistema unificado, desse modo mantendo mínimo o nível de conflito, como ilustra a Figura 5.
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Tela 39 |
São
três os principais tipos de Sistema Vertical de Marketing - SVM:
SVM Corporativo, SVM Contratual (subdividido em produtor-atacadista, produtor-varejista
e varejista-atacadista) e SVM Administrado.
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Tela 40 |
No processo de distribuição física é preciso estabelecer alguns controles, relativos a: custo de processamento de pedidos, armazenagem, manutenção do estoque e transporte dos produtos acabados. Além disso, para diagnosticar se está tudo bem com a estratégia de distribuição, também é preciso verificar:
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Tela 41 |
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Quanto à distribuição logística, ela é usada para definir a procura, distribuição, manutenção e recolocação de produtos e pessoas. A área de logística está subdividida em três atividades básicas: Administração da Distribuição Física, Administração de Materiais, e Coordenação Logística. |
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Tela 42 |
O Franchising também pode ser considerado uma forma de distribuição que se caracteriza pelo licenciamento, pelo qual o proprietário ou titular (franchisor) de um produto ou método obtém sua distribuição através de revendedores afiliados (franchisee). O Franchising traz vantagens tanto para o franchisor como para o franchisee, como pode ser visto no Quadro 4.
Quadro 4: Vantagens do Franchising |
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Tela 43 |
5
- Estratégia de Promoção |
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Tela 44 |
A Estratégia de Promoção utiliza diversas ferramentas, sendo a Propaganda a mais difundida. Propaganda é o conjunto dos meios de comunicação destinados a informar o público e a convencê-lo a comprar um produto/serviço. Ela tem como objetivo criar um elo entre o produtor e o consumidor que, sem ele, se ignorariam mutuamente. Para veicular uma propaganda é preciso seguir alguns passos que começam com o plano de marketing e a análise dos objetivos de marketing e termina com a avaliação do quanto esses objetivos fora atingidos. A Figura 6 mostra as oito etapas essenciais no processo de contratação de uma campanha publicitária.
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Tela 45 |
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| Para compreender essas etapas é importante compreender alguns conceitos, são eles: |
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Tela 46 |
Para a
veiculação de uma campanha, pode-se usar vários tipos
de mídias, cada um com suas peculiaridades, vantagens e desvantagens.
A seguir serão apresentados as mídias mais utilizadas no
Brasil: Televisão aberta, TV por assinatura, Rádio, Jornal,
Revista, Outdoor e Cinema. Rádio
- Permite aumentar o nível de freqüência com baixo investimento,
tanto em veiculação como em produção. É
uma fonte de diversão e entretenimento e de informação
e cultura. É um veículo de apelo popular, com o qual se
pode atingir rapidamente grandes massas. É um veículo de
ação local. Tem como vantagens ser fonte de entretenimento;
alto impacto pelo uso da música e da sonoplastia que reforça
o efeito da palavra; não absorve a atenção total
e por isso o ouvinte pode, ao mesmo tempo, executar outras tarefas; e
maleabilidade, pois permite cancelar, trocar ou inserir a mensagem publicitária,
em poucas horas. As desvantagens do rádio são: age exclusivamente
pelo ouvido, é inadequado para apresentação de temas
complexos ou muito técnicos, a mensagem radiofônica vive
apenas no momento em que está no ar. |
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Tela 47 |
Mas, independente da mídia que tenha sido escolhida, é fundamental avaliar se a propaganda foi eficaz. Para isso, é preciso considerar se ela cumpriu os objetivos básicos de comunicação, se evitou bloqueios sócio-éticos e jurídicos e se conseguiu ter apelos soft (estético e emocional) e hard (racional e comercial), como mostra a Figura 7.
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Tela 48 |
Além
da Propaganda, há outros meios bastante utilizados como estratégia
de Promoção, como o Merchandising, a Promoção
de Vendas e as Relações Públicas. |
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Tela 49 |
A Promoção de Vendas, por sua vez, corresponde ao conjunto de técnicas mercadológicas acionadas sobre os intermediários e consumidores para erguer a demanda através da aceleração do fluxo de consumo. Suas funções são: (a) acentuar o desejo de compra; (b) melhorar o nível de rotação dos produtos; (c) criar motivação para a força de vendas; e (d) enfatizar determinado produto em confronto com os concorrentes. |
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Tela 50 |
Finalmente, Relações Públicas refere-se ao processo de informação de conhecimento e de educação, com um fim social, utilizando-se de uma sistematização de técnicas para conseguir a boa vontade e a cooperação das pessoas com as quais uma entidade trata ou depende. Os objetivos das ações de Relações Públicas são construir uma imagem para a empresa e induzir o público-alvo a ações favoráveis em relação à mesma. Para isso, são realizadas atividades de relações com a imprensa, comunicações da corporação, lobby e preservação da imagem da empresa. |
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Tela 51 |
Resumo |
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Tela 52 |
Estratégia de Produto - Em marketing produto tem um conceito amplo. Ele é definido por Kotler como “Qualquer coisa que pode ser oferecida a um mercado para aquisição, atenção, utilização ou consumo e que possa satisfazer um desejo ou necessidade. Inclui objetos físicos, serviços, pessoas, locais, organizações e idéias.” Os produtos se dividem em: básico, tangível e ampliado. De acordo com a durabilidade ou tangibilidade os produtos podem ser classificados em três grupos: bens não duráveis, bens duráveis e serviços. Um aspecto importante em relação à estratégia de produto refere-se às decisões sobre as marcas dos produtos: colocar ou não marca no produto, patrocínio de marca, decisão de marca de família, decisão de extensão da marca e decisão de multimarcas. |
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Tela 53 |
Estratégia de Preço - O preço significa o valor estabelecido para a troca de um produto do ponto de vista tanto do comprador quanto da parte vendedora. O preço é a única estratégia do composto mercadológico que gera receitas para a empresa, pois todas as outras são investimentos a serem feitos. Assim, é comum que as organizações olhem para esta variável com bastante cuidado. Os preços estabelecidos precisam ser lucrativos e considerados justificáveis pelo consumidor, sendo que a competitividade é um dos fatores que mais influencia a estratégia de preço. Normalmente, as políticas e as estratégias de preços são estabelecidas para ajudar a atingir um ou mais dos seguintes objetivos: Taxas de Retorno, Liderança de Mercado e Liderança da Qualidade do Produto. Algumas estratégias de preço comumente utilizadas são: Preço baseado na concorrência, Preço baseado na demanda, Preço baseado no custo, Preço-isca, Preço promocional e Preço Psicológico. Uma outra
decisão a ser tomada relativamente ao preço refere-se ao
preço de lançamento de novos produtos. Nesses casos, há
duas estratégias possíveis: a estratégia de preço
por desnatação e a estratégia de preço por
penetração. Finalmente, um aspecto muito importante relativamente
ao preço é o equilíbrio necessário entre Preço
e Qualidade. |
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Tela 54 |
Estratégia de Praça - A estratégia de Praça é também conhecida como estratégia de Distribuição e consiste na tarefa de tornar um bem disponível no local e no momento em que será necessário ao seu usuário. É fundamental na determinação da própria estratégia de negócios e na diferenciação dos produtos/serviços como arma mercadológica. O planejamento da Distribuição consiste na tomada de decisão sistemática envolvida na implementação de programas para transferir fisicamente os produtos/serviços do produtor para o consumidor. Este processo inclui a seleção e o controle dos canais de distribuição. Um canal de distribuição são todos os indivíduos ou organizações envolvidos no processo de movimentação dos produtos/serviços do produtor para o consumidor. Um canal convencional de distribuição consiste em um ou mais fabricantes, atacadistas e varejistas independentes. Cada um se constitui em um negócio separado. Os atacadistas têm grande importância para os fabricantes e para os varejistas. Uma distribuição com canal de nível zero significa a venda direta do produtor ao consumidor. A distribuição de canal de nível um significa a presença de um intermediário – em geral um varejista. Finalmente, a distribuição de canal de nível dois compreende dois intermediários sendo o mais comum ter um atacadista e um varejista entre o produtor e o consumidor. A definição de quantos canais devem ser usados é influenciada pelo grau de exposição de mercado procurado pela empresa. Três graus de exposição de mercado podem ser adotados. São eles: distribuição intensiva, distribuição exclusiva e distribuição seletiva. O sucesso de todo o sistema de marketing depende de quão bem os membros interagem para realizar o trabalho. Muitas empresas utilizam o sistema vertical de marketing para realçar a cooperação. Nesses arranjos, o produtor, o atacadista e o varejista se comportam como um sistema unificado, desse modo mantendo mínimo o nível de conflito. O Franchising
também pode ser considerado uma forma de distribuição
que se caracteriza pelo licenciamento, pelo qual o proprietário
ou titular (franchisor) de um produto ou método obtém sua
distribuição através de revendedores afiliados (franchisee).
O Franchising traz vantagens tanto para o franchisor como para o franchisee. |
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Tela 55 |
Estratégia de Promoção - A Estratégia de Promoção pode também ser denominada Estratégia de Comunicação ou Estratégia de Divulgação e refere-se à informação feita pelo vendedor para influenciar as atitudes e o comportamento dos compradores potenciais. Para Boone e Kurtz, promoção é o elo de comunicação entre vendedores e compradores. As empresas usam meios muito diferentes para enviar suas mensagens sobre bens, serviços e idéias. A mensagem pode ser comunicada diretamente pelo pessoal de vendas ou indiretamente por meio de anúncios e promoções de vendas. A Estratégia de Promoção utiliza diversas ferramentas, sendo a Propaganda a mais difundida. Propaganda é o conjunto dos meios de comunicação destinados a informar o público e a convencê-lo a comprar um produto/serviço. Ela tem como objetivo criar um elo entre o produtor e o consumidor que, sem ele, se ignorariam mutuamente. Para a veiculação de uma campanha, pode-se usar vários tipos de mídias, cada um com suas peculiaridades, vantagens e desvantagens. As mídias mais utilizadas no Brasil são: Televisão aberta, TV por assinatura, Rádio, Jornal, Revista, Outdoor e Cinema. Mas, independente da mídia que tenha sido escolhida, é fundamental avaliar se a propaganda foi eficaz. Para isso, é preciso considerar se ela cumpriu os objetivos básicos de comunicação, se evitou bloqueios sócio-éticos e jurídicos e se conseguiu ter apelos soft (estético e emocional) e hard (racional e comercial). Além da Propaganda, há outros meios bastante utilizados como estratégia de Promoção, como o Merchandising, a Promoção de Vendas e as Relações Públicas. Merchandising é o conjunto de operações táticas efetuadas no ponto de venda para se colocar no mercado: o produto/serviço certo, no lugar certo, na quantidade certa, com o preço certo, no tempo certo, com impacto visual adequado e na exposição correta. O objetivo do merchandising é criar um cenário para o produto/serviço no ponto de venda, proporcionando maior giro nos estoques. A Promoção de Vendas, por sua vez, corresponde ao conjunto de técnicas mercadológicas acionadas sobre os intermediários e consumidores para erguer a demanda através da aceleração do fluxo de consumo. Suas funções são acentuar o desejo de compra, melhorar o nível de rotação dos produtos, criar motivação para a força de vendas e enfatizar determinado produto em confronto com os concorrentes. Finalmente, Relações Públicas refere-se ao processo de informação de conhecimento e de educação, com um fim social, utilizando-se de uma sistematização de técnicas para conseguir a boa vontade e a cooperação das pessoas com as quais uma entidade trata ou depende. Os objetivos das ações de Relações Públicas são construir uma imagem para a empresa e induzir o público-alvo a ações favoráveis em relação à mesma. Para isso, são realizadas atividades de relações com a imprensa, comunicações da corporação, lobby e preservação da imagem da empresa. |
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| Unidade 2 | Módulo 3 | Tela 56 |
1 - Conceitos mais utilizados Existem alguns conceitos que são centrais em marketing e que com freqüência precisam ser utilizados pelos profissionais da área. Com base em uma coletânea de diversos autores que escrevem sobre Marketing, foi elaborada esta síntese de verbetes cujo objetivo é lembrar os principais conceitos de marketing e mostrar como eles estão inter-relacionados. Para maior facilidade de consulta, eles serão mostrados em ordem alfabética. |
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Tela 57 |
Acordo
provisório
compreende uma aliança entre empresas, na qual as empresas-mães
colocam um conjunto mínimo de recursos, freqüentemente em
base temporária, pela complementação uma da outra.
Tais recursos são totalmente recuperados posteriormente. |
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Tela 58 |
Benchmarking
arte de aprender com as melhores práticas das empresas que possuem
resultados notoriamente superiores ou que foram bem sucedidas em alguma
ação específica. |
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Tela 59 |
Canais
de comunicação
são os meios usados para levar e receber mensagens do público-alvo.
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Tela 60 |
Comércio
Eletrônico é o conjunto de todas as transações
comerciais mediadas pela rede mundial Internet com o objetivo de atender,
direta e indiretamente, a seus clientes. |
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Tela 61 |
CRM
(Customer Relationship Management) é uma abordagem
empresarial destinada a entender e influenciar o comportamento dos clientes,
por meio de comunicações significativas para melhorar as
compras, a retenção, a lealdade e a lucratividade deles. |
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Tela 62 |
Estratégia
de Diferenciação pressupõe
criar algo que seja considerado único em relação
aos varejistas que concorrem diretamente no mesmo mercado. Adota um posicionamento
mais centrado no consumidor, procurando atender a necessidades específicas
de alguns segmentos de mercado. Essas lojas elegem algumas dimensões
valorizadas pelo consumidor, para serem percebidas como as melhores opções
(benchmarks) em seu posicionamento de mercado. |
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Tela 63 |
Interação
Empresa – Ambiente -
Também conhecida como 4 As do Marketing, consiste nas
ações de Análise (do ambiente de Marketing), Adaptação
(das estratégias da empresa ao ambiente de Marketing), Ativação
(estímulos de Marketing enviados para o mercado) e Avaliação
(mensuração dos resultados da atuação da empresa
no mercado). |
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Tela 64 |
Liderança
de custo
significa que a empresa possui o custo mais baixo no mercado. Isso exige
um alto volume de vendas, economias de escala, perseguição
vigorosa de reduções de custo pela curva da experiência,
controle rígido dos custos e despesas gerais; minimização
do custo em áreas como prestação de serviços
e marketing. Faz parte de uma estratégia muito centrada na concorrência.
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Tela 65 |
Marketing
de Permissão é a prática de pedir autorização
para o consumidor para realizar alguma ação de marketing
ao contrário de impor a ação sem saber se o cliente
a deseja. O Federal Trade Comission americano gerencia o “DO NOT
CALL” que é um serviço que permite que as pessoas
que não querem receber chamadas de telemarketing registrem o número
de seus telefones. A empresa que desrespeitar esta lista recebe pesadas
multas cobradas pelo telefonema indevido efetuado. |
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Tela 66 |
Matriz
de SWOT consiste na avaliação da posição
de uma empresa em relação à sua envolvente interna,
com base nos pontos fortes e pontos fracos, e em relação
à sua envolvente externa, com base nas oportunidades e ameaças.
Objetiva obter respostas para as seguintes questões: (a) Quais
são os pontos fracos e fortes?; (b) Quais são as oportunidades
e ameaças?; (c) Qual é a posição da empresa
junto ao mercado concorrente?; (d) Quais são os fatores-chave?;
(e) Quais são os tópicos que se inter-relacionam?. |
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Tela 67 |
Merchandising
é toda atividade no ponto-de-venda que tem como objetivo
final aumentar as vendas e gerar compras que não foram planejadas.
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Tela 68 |
Necessidades
são exigências humanas básicas, indispensáveis
para a sobrevivência. Estas necessidades tornam-se desejos à
medida que se tornam mais específicas para objetos com capacidade
de supri-las. |
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Tela 69 |
Percepção
de marca é o resumo do contato prático dos consumidores
com as organizações ou com seus produtos, cuja relação
gera valores e que possui aspectos racionais e emocionais, relacionando-se
uns com os outros. |
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Tela 70 |
Praça
ou distribuição envolve as atividades da empresa
que tornam o produto disponível para os consumidores-alvo. Ela
pode ser feita por meio de venda direta dos bens aos consumidores ou venda
por meio de intermediários. |
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Tela 71 |
Propaganda
é uma das ferramentas de comunicação
de marketing recomendadas à pequena empresa. Ela é definida
como qualquer forma de comunicação paga, impessoal, de autoria
do anunciante, que identifica o patrocinador e utiliza veículos
de mídia para promover produtos ou serviços junto a um público-alvo
definido. |
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Tela 72 |
Segmentação
é o princípio da cadeia de conceitos e atributos
do marketing. Profissionais de marketing desenvolvem produtos para atender
a determinado tipo de público, analisando características
geográficas, demográficas, psicográficas e comportamentais. |
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Tela 73 |
Tecnologia
de Informação (TI) compreende a coleta, o processamento,
o armazenamento, a apresentação e a transmissão da
informação. |
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Tela 74 |
Resumo Os conceitos apresentados são os seguintes: acordo provisório, ambiente de marketing, benchmarking, cadeia de suprimento, canais de comunicação, canais de distribuição, canal de nível zero e de nível um, comércio eletrônico, commodity, concorrência, consórcio, CRM (Customer Relationship Management), demanda, demanda em declínio, demanda excessiva, demanda inexistente, demanda irregular, demanda latente, demanda negativa, demanda plena, estratégia de diferenciação, estratégia de especialização, estratégia, interação empresa – ambiente, joint venture, joint venture plena, liderança de custo, logomarca, marca como organização, marca como produto, marca, marketing de permissão, marketing direto, marketing, matriz de SWOT, mercado, mercado empresarial, mercado global, mercado sem fins lucrativos, merchandising, mix de marketing, necessidades, novo produto, objetivos do marketing, percepção de marca, planejamento estratégico, posicionamento, praça ou distribuição, preço, promoção de vendas, promoção ou divulgação, propaganda, publicidade, rede de marketing, segmentação, táticas, tecnologia de informação (TI), troca, up-selling e valor agregado. |
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