A escolha da carteira mais atraente na reta definida por RFMT, também conhecida como reta de mercado de capitais, é função da preferência pelo risco demonstrada pelo investidor. Quanto maior a aversão ao risco, mais à esquerda de M localiza-se a carteira escolhida. Porém quanto maior a tolerância ao risco do investidor, mais à direita de M a sua carteira estará posicionada. Na reta de mercado de capitais, os investidores encontram as carteiras mais eficientes com relação ao binômio risco e retorno compostas por ativos com risco (ações, fundos de renda variável...) e livres de risco (títulos governamentais, poupança...). Segundo Assaf Neto (2005), qualquer ponto identificado ao longo da reta de mercado de capitais apresenta-se mais atraente que outras carteiras que possam ser formadas, sendo o ponto M representativo da carteira mais indicada de ser selecionada por se situar exatamente na fronteira eficiente.
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