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1. Teoria das probabilidades e o risco Como apontado por Bernstein, “a concepção moderna de risco tem suas raízes no sistema de numeração indo-arábico que alcançou o Ocidente há cerca de setecentos a oitocentos anos”. De forma mais cientificamente exata, aquilo que se pode denominar de uma análise acadêmica sobre o risco tem seu ponto de partida no Renascimento. Em 1654, o nobre Antônio Gombard apresentou ao matemático francês Blaise Pascal dois problemas matemáticos: um primeiro, em que se deveriam responder quantas vezes deve-se lançar um par de dados antes de se conseguir um “duplo seis” e um segundo, no qual deve ser descoberta a forma pela qual se devem dividir as apostas em um jogo de cartas interrompido. Pascal, a partir de cooperação estabelecida junto a Pierre de Fermat, conduziu à formulação da teoria das probabilidades, a qual é o núcleo matemático do conceito de risco. Inicialmente, essa teoria era assunto de apostadores, jogadores compulsivos e objeto de curiosidade. Ao passar dos anos, contudo, tornou-se ferramenta de organização e análise de dados, passando a ser forte suporte à decisão de dirigentes nos mais diversos campos do conhecimento, e assim também na administração de riscos. Saiba + |
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