| O desafio do mundo corporativo, neste início do século XXI, é o de conciliar, em um mesmo planejamento estratégico: a sempre presente diretiva dos lucros, a responsabilidade jurídica, o comportamento irrepreensivelmente ético e social, em parâmetros que estão chegando à obrigatoriedade de a empresa encontrar-se comprometida com iniciativas filantrópicas para com as comunidades na qual se encontra inserida. De fato, destaca-se, na teoria de governança corporativa, que a gestão das empresas modernas encontra sustentação em um tripé de valores onde se destacam, ao lado da transparência e do respeito para com a sociedade, a ética no comportamento corporativo. As empresas que pautam suas ações nesses valores são mais admiradas, mais respeitadas, e têm seus produtos e serviços mais demandados, por terem conseguido apor, em sua percepção pública de mercado, essa vantagem competitiva.
A
missão de se conseguir essa imagem torna-se ainda mais hercúlea
quando se coloca a questão em termos globais. A globalização
das finanças, do comércio e dos serviços expõe
empresas internacionalizadas ao desafio de adotar: comportamentos éticos,
princípios organizacionais de transparência nos negócios
e o de respeito à diversidade cultural, em um conjunto de práticas
que sejam aceitas por todo o caleidoscópio de valores e culturas
no qual se insere. Tais questões implicam em padrões éticos
e morais ainda mais rigorosos, pois necessitam ser aprovados e aceitos,
moral e juridicamente, por clientes cada vez mais exigentes, imersos nas
culturas as mais diversas. |
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