Os autores apontam ainda a existência de cinco fatores como determinantes para essa mudança.


A formação de empresas a partir da subscrição pública de ações em forma de sociedades econômicas.

O fato de que algumas empresas já existentes (fechadas) abriram seus capitais, passando todas a serem listadas em bolsas de valores, tendo sua propriedade ali negociada.
Como consequência, houve o aumento do número de investidores no mercado de capitais, que passaram a investir em várias empresas, conduzindo o fracionamento da propriedade das empresas.
Ao decorrer do tempo, a morte de fundadores de empresas iniciou grandes processos sucessórios.
Desenvolveram-se no mercado os processos de fusão de grandes empresas, ampliando também o número de proprietários, a par do aumento do capital.





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