Segundo Filippetti (2008), ao direcionar o pacote para outro roteador, o novo endereço MAC deste novo quadro será da interface de saída e o MAC de destino será da interface de próximo salto, ou seja, no próximo roteador para onde será enviado o pacote que busca chegar a seu destino final.

A tabela de roteamento inclui ainda o endereço da interface de saída para encaminhar o pacote. Uma vez encontrada correspondência o roteador encapsula o pacote no quadro (frame) da camada de enlace da interface de saída e envia o pacote para seu destino.

Em muitos casos o próximo roteador ainda não é o destino final, mas provavelmente “conhece” um caminho para tanto, podendo essa operação se repetir diversas vezes, como é comum ocorrer na rede mundial.

Para efetuar o roteamento de pacotes o roteador deve ter conhecimento de, no mínimo:

  1. endereço de destino,
  2. roteadores vizinhos,
  3. rotas possíveis às redes remotas,
  4. melhor rota para cada rede remota e
  5. como manter e verificar informações relativas ao roteamento.
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