1.7 - Métrica
Conforme Nascimento e Tavares (2012), há casos em que um protocolo de roteamento aprende mais de uma rota para o mesmo destino. Para selecionar o melhor caminho, o protocolo de roteamento deve poder avaliar e diferenciar os caminhos disponíveis. A métrica é usada para essa finalidade.
Cada protocolo de roteamento usa sua própria métrica. Por exemplo, o RIP usa a contagem de saltos, o OSPF usa a largura de banda. A contagem de saltos é a métrica mais fácil de visualizar. A contagem de saltos se refere ao número de roteadores que um pacote deve atravessar para alcançar a rede de destino.
A métrica usada em protocolos de roteamento IP pode ainda incluir:
É uma métrica simples que conta o número de roteadores que um pacote deve atravessar.
Influencia a seleção do caminho ao escolher o caminho com a maior largura de banda.
Considera a utilização de tráfego de determinado link.
Considera o tempo que um pacote leva para atravessar um caminho.
Avalia a probabilidade de uma falha de link, calculada a partir da contagem de erros de interface ou de falhas de link anteriores.
Um valor determinado pelo IOS ou pelo administrador de rede para indicar sua preferência por uma rota. O custo pode representar uma métrica, uma combinação de métricas ou uma política.