Assim terminamos a configuração do roteamento estático do cenário.
Para testar o cenário, vamos “pingar” todos com todos os dispositivos. Obtemos sucesso em todas as tentativas (como esperado). Vamos verificar as tabelas de roteamento do Router 4:
Router#show ip route’
Codes: C - connected, S - static, I - IGRP, R - RIP, M - mobile, B - BGP
D - EIGRP, EX - EIGRP external, O - OSPF, IA - OSPF inter area
N1 - OSPF NSSA external type 1, N2 - OSPF NSSA external type 2
E1 - OSPF external type 1, E2 - OSPF external type 2, E - EGP
i - IS-IS, L1 - IS-IS level-1, L2 - IS-IS level-2, ia - IS-IS inter area
* - candidate default, U - per-user static route, o - ODR
P - periodic downloaded static route
Gateway of last resort is not set
172.16.0.0/24 is subnetted, 5 subnets
S 172.16.10.0 [1/0] via 172.16.20.1
C 172.16.20.0 is directly connected, Serial0/0
C 172.16.30.0 is directly connected, Ethernet2/0
C 172.16.40.0 is directly connected, Serial1/0
S 172.16.50.0 [1/0] via 172.16.40.2
Router#
Ao analisar as tabelas do roteamento podemos encontrar três tipos de rotas, dependendo da origem:
Endereço de rede cujo IP é de uma interface do próprio roteador. Caracterizada pelo “C” antes do IP da rede.
XEndereço de rede cujo IP é de uma interface que pertence a outro roteador. Caracterizada pela letra “S” antes do IP da rede.
XQuando um roteador recebe um pacote cujo endereço IP não consta de nenhuma das rotas existentes na tabela de roteamento, este pacote é descartado.
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