Finalmente, quanto à Redistribuição de Roteamentos, podemos dizer que para redistribuir rotas é necessário definir a métrica legível ao protocolo que irá receber essas rotas. As regras para redistribuição em um roteador Cisco ditam que a rota redistribuída esteja presente na tabela de roteamento.
Ao redistribuir informações de rotas, de um protocolo para outro, cada protocolo desempenha um papel importante na redistribuição. Cada um usa diferentes métricas. As métricas do RIP são baseadas em contagem de saltos, mas IGRP e EIGRP usam uma composição de métricas baseadas em largura de banda (Bandwidth), carga (Load), atraso (Delay), confiabilidade (Reliability) e MTU (Maximum Transmission Unit), porém bandwidth e delay são os únicos utilizados por padrão. O mneumônico “Boa Leitura Do Ricardo Meira” nos ajuda a lembrar desses parâmetros.
Ao redistribuir rotas é necessário definir a métrica legível ao protocolo que irá receber essas rotas. Existem dois métodos para definir métricas no processo de redistribuição.
Não é suficiente que a rota esteja presente na tabela de topologia ou na “database”. Rotas com uma menor distância administrativa (AD) sempre são instaladas na tabela de roteamento. Por exemplo, se uma rota estática for redistribuída no em R5, e o IGRP consequentemente redistribuiu no RIP no mesmo roteador (R5), a rota estática não é redistribuída no RIP porque isto nunca esteve na tabela de roteamento do IGRP. Isto é devido ao fato que rotas estáticas tem uma AD de 1 e rotas IGRP terem AD de 100 e a rota estática estar instalada na tabela de roteamento. Para redistribuir a rota estática no IGRP em R5, é obrigatória a utilização do comando redistribute static nas configurações de roteamento do RIP (router rip).
O comportamento padrão para os protocolos de roteamento dinâmico RIP, IGRP e EIGRP é de anunciar as rotas diretamente conectadas quando um seguimento de rede sob um protocolo de roteamento inclui a interface conectada da sub-rede.