2.8. Modelo Conceitual, Lógico e Físico

Um projeto de construção de um banco de dados passa por diversos estágios. Durante a fase inicial de modelagem do sistema, os requisitos de dados do sistema são modelados naquilo que denominados modelo conceitual.

O modelo conceitual é universal e independente de plataforma, ou seja, atende conceitualmente a qualquer tecnologia a ser utilizada futuramente. Nesse modelo, usamos apenas informações que possam ser significativas para qualquer tecnologia.

Por exemplo, em um modelo conceitual, podemos dizer que o atributo Nome da entidade Aluno é do tipo texto. Podemos também dizer que o atributo Nota da entidade Histórico Escolar é do tipo número fracionário. Já o atributo Ano da mesma entidade é do tipo número inteiro. Além destes tipos, ainda contamos com os tipos booleano, data e binário.

Definido o modelo conceitual, o próximo passo é criar um modelo lógico.

O modelo lógico já pode levar em consideração a tecnologia de SGBD que será utilizada, pois nele já iremos definir as regras de relacionamento, os tipos exatos de cada dado armazenado e as denominadas “chaves primárias e estrangeiras” (que são uma espécie de código interno utilizado para relacionar os registros de tabelas diferentes. Trataremos deste assunto mais adiante).
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