Muitos bancos de dados utilizam identificadores de exclusividade que nos são comuns, como número de CPF, número de cadastro/matrícula, sigla da Unidade da Federação, número da placa de um veículo, entre outros. Esses valores funcionam como chave, pois são capazes de identificar um único registro dentro de uma tabela.
Por outro lado, há tabelas que não possuem esse tipo de identificador, e para elas é necessário criar um código identificador. Nesses casos, normalmente cria-se um código numérico sequencial (1, 2, 3, ....), onde cada registro recebe um código que o identifica exclusivamente. Aos olhos dos usuários dos sistemas, muitas vezes esses códigos passam despercebidos, mas para os programadores e administradores de dados, eles sabem que existem e o utilizam dentro dos programas para referência e localização.
Por exemplo, suponha que uma tabela de “unidades de medidas” possua dois campos: o código e o nome da unidade de medida. Suponha que a unidade de medida “quilo” possua código 3. Agora pense hipoteticamente que o usuário gostaria de alterar no nome da unidade “quilo” para “quilograma”. O comando SQL que faz essa operação é o seguinte:
UPDATE UNIDADE_MEDIDA SET NOME = “Quilograma” WHERE CODIGO = 3.
A tradução desta operação é “Altere a tabela UNIDADE_MEDIDA, atualize o valor de NOME para Quilograma do registro cujo CODIGO é igual a 3”. Observe que a parte final da instrução (em negrito) restringe e identifica exclusivamente um único registro. Não é para alterar todos os registros, apenas aquele cujo código é igual a três.