O Estado é subdividido constantemente em interesses coletivos e individuais, como citamos acima, em virtude disso, surge na era digital o que podemos denominar de limite ético.
A era digital é representada por toda a conectividade a que o indivíduo está sujeito. Ela envolve não apenas as redes sociais, exemplo mais comum de conectividade do homem médio, mas ao alcance do indivíduo em escalas mundiais com apenas um clique.
O comportamento social do indivíduo na frente da conectividade vai determinar o caráter ético a ser adotado. Para se viver em sociedade consideramos todos os fatores extrínsecos e intrínsecos na tomada de decisões cotidianas, na era digital não pode ser diferente. O indivíduo não só precisa ter um comportamento ético, como ele é obrigado.
O acesso à informação de todos os gêneros é um dos fatores principais da era digital, representa um direito constitucionalmente determinado no ordenamento jurídico brasileiro e é graças ao acesso a informação que sob o aspecto ético-social, se fala em globalização.