O Plano Nacional de Combate à Pirataria surgiu com propostas do ponto de vista ético-social bem interessantes, pois envolviam políticas públicas, bem como incentivos financeiros por parte das produtoras para facilitar as políticas de acesso.

Com o passar dos anos e o projeto devidamente estabelecido no âmbito social, envolvendo e incluindo instituições de controle e fiscalização, a exemplo do poder de polícia em conjunto com a Receita federal, muita mercadoria oriunda da comercialização e produção ilegal de produto pirata foi apreendida.

E após quase 16 anos, os projetos estratégicos que servem de base ao combate à pirataria são delimitados desta maneira:

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