As profundas transformações que se operam no conhecimento, na tecnologia, bem como no variável cenário externo, obrigam as empresas a estarem preparadas para assumir um criativo e inovador sistema de planejamento que permita “prever” o futuro. Considerando a rápida evolução do mercado e a própria evolução do trabalho em si, impõe-se uma empresa diversificada, com uma cultura e um desenvolvimento organizacional diferente, que esteja mais preparada a reagir antecipadamente e consequentemente para obter melhores rendimentos. Sendo assim, o grupo de trabalho da empresa ocupa um papel desafiador.
Podemos então afirmar que não se trata apenas de promover um planejamento estratégico potente e antecipador na empresa, isto só é alcançável quando se integra a inteligência, o consenso e a sinergia do conjunto de trabalhadores que ali trabalham. Esse princípio é a base que se sustenta o marketing interno ou clientes internos, ou seja, as pessoas que trabalham na empresa. Esses clientes internos totalmente satisfeitos podem provocar também a satisfação no cliente externo, ou seja, aquele que consome os produtos ou serviços das empresas, e reverterá em resultados economicamente desejáveis.
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Essas considerações nos fazem concluir que o fator humano constitui a principal vantagem competitiva em qualquer setor, razão pela qual sua atenção deve-se converter no centro dos diretores que desejam a excelência nos serviços oferecidos, conjuntamente com os resultados financeiros. Seguindo nessa linha, os empregados da empresa seriam os primeiros “mercados” a serem atendidos.
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