1 - Fator humano na direção estratégia

As profundas transformações que se operam no conhecimento, na tecnologia, bem como no variável cenário externo, obrigam as empresas a estarem preparadas para assumir um criativo e inovador sistema de planejamento que permita “prever” o futuro. Considerando a rápida evolução do mercado e a própria evolução do trabalho em si, impõe-se uma empresa diversificada, com uma cultura e um desenvolvimento organizacional diferente, que esteja mais preparada a reagir antecipadamente e consequentemente para obter melhores rendimentos. Sendo assim, o grupo de trabalho da empresa ocupa um papel desafiador.

Não tem nenhum valor mudar a tecnologia, as estruturas, os sistemas e as estratégias, quando não se aperfeiçoam sistematicamente os seres humanos, ou seja, as pessoas, tanto no preparo de suas atividades, quanto no grau de implicação nos propósitos da empresa de suas atividades.

Podemos então afirmar que não se trata apenas de promover um planejamento estratégico potente e antecipador na empresa, isto só é alcançável quando se integra a inteligência, o consenso e a sinergia do conjunto de trabalhadores que ali trabalham. Esse princípio é a base que se sustenta o marketing interno ou clientes internos, ou seja, as pessoas que trabalham na empresa. Esses clientes internos totalmente satisfeitos podem provocar também a satisfação no cliente externo, ou seja, aquele que consome os produtos ou serviços das empresas, e reverterá em resultados economicamente desejáveis.

Essas considerações nos fazem concluir que o fator humano constitui a principal vantagem competitiva em qualquer setor, razão pela qual sua atenção deve-se converter no centro dos diretores que desejam a excelência nos serviços oferecidos, conjuntamente com os resultados financeiros. Seguindo nessa linha, os empregados da empresa seriam os primeiros “mercados” a serem atendidos.
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