Como temos dito, a direção estratégica está ligada à mudança, à melhoria contínua organizacional ou empresarial.

Atualmente as empresas possuem estruturas rígidas, quase intactas, que podem interferir na execução do planejamento estratégico.

A escritora espanhola Martina Menguzzato, em seu livro, afirma que se deve pensar em uma estrutura teórica para a reflexão das grandes opções da empresa, que se sustenta em uma nova cultura e uma nova atitude dos diretores, que escapa da improvisação em busca do analítico e que integra o passo do estratégico ao operativo de forma sistemática e coerente. Ou seja, não se pode depender de uma estrutura rígida da empresa para se ter novas atitudes em novas culturas, por parte de seus diretores e gestores. A estratégia deve sair do papel e ser prática, atuante.

Sendo assim a direção estratégica consiste em um conjunto de passos, fases, etapas investidas, baseadas em instrumentos e modelos para engrenar, consolidar e sistematizar o pensamento estratégico.

Porém, um pensamento estratégico que não se apoie na tecnologia pode ser ineficaz, e pode ser ineficaz na sua implementação. Uma direção estratégica bem delineada e, sobretudo, assessorada por uma equipe consultora de experiência e talento pode contribuir decisivamente para um pensamento estratégico de maior alcance e proatividade.

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